Formatos

Formatos: a Teoria da Arte

A TEORIA DOS FORMATOS

Há tempos, a mais difícil definição, sempre foi a da palavra Arte.

Muitas vezes ela foi associada à religião, ao menos até muito perto de nossos tempos. Talvez seja o Romantismo quem tenha usado a palavra Arte completamente desvinculada de religiosidade. Só que se passou, "romanticamente" a se pensar em Arte muito vagamente, como "o belo", etc.

O moderno piora as coisas, quando semelha Arte à dialética marxista: Arte passa ser o novo, o inusitado, o diferente - não mais o belo ou o "feio"...

Somente com o advento da Sofia do Paradoxo, pôde-se entender a realidade da Arte. Arte acontece quando um ser humano, por busca ou acaso, mergulha em si mesmo, em seu Interior (ou seja, aproximadamente, usando um termo psicológico não perfeito para o caso - tem um "insight") e encontra a Realidade, a Fonte, dentro de si (no Paradoxo: Nihil), sem saber, muitas vezes, que teve esse contato - se não a maioria das vezes! - "retorna" e tenta, pelo resto da vida, retratar essa visão irretratável. Como não tem parâmetros no Exterior, de forma consciente ou não, cria uma espécie de "modelo ideal interno"ou um FORMATO.

Esse FORMATO é buscado, por toda a vida, pelo artista, seja na obra prima pintada, na música celestial, no passo de dança divino.

Por sua vez, o espectador, em contato com a obra, do "outro lado do espelho" percebe, intuitivamente, como qualquer um o faz perante a Mona Lisa, a existência do FORMATO na obra percebida - e então "nota-se", "intui-se" que é uma OBRA PRIMA.

Nesta página discutiremos, através do tempo, por acréscimos periódicos, a Teoria dos Formatos, com links para páginas correlatas, etc. Retorne: haverá muito para aprender!